Ações Afirmativas e democratização na Unifesp: um longo caminho
A Unifesp tem desde 2003 caminhado em direção a uma universidade verdadeiramente democrática ampliando, com muita luta, o acesso à Educação Superior para as populações historicamente alijadas desde direito. Leia aqui um breve histórico desta construção.
Março de 2003
Professora Dra. Helena Nader reúne especialistas e representantes do Movimento Negro para discutir ações afirmativas no Conselho de Graduação.
Maio de 2003
Seminário sobre Ações Afirmativas na Escola Paulista de Medicina.
10 de março de 2004
Primeira proposta de ações afirmativas apresentada ao Conselho Universitário.
14 de abril de 2004
Aprovação do programa, com ampliação de 10% das vagas e reserva para pessoas negras e indígenas egressas da escola pública.
11 de maio de 2005
Renovação do programa de ações afirmativas.
7 de maio de 2007
A primeira avaliação dos ingressantes apresentada ao Consu confirma seu bom desempenho.
Agosto de 2012
Unifesp adota o ordenamento da Lei 12.711/2012, ampliando as vagas reservadas e o público beneficiário.
2017
Pessoas com deficiência passam a ter vagas reservadas para ingresso na graduação.
13 de novembro de 2019
Criação de ingresso especial para pessoas refugiadas, apátridas e portadoras de visto humanitário.
2021
Aprovação de ações afirmativas para a população negra e indígena na pós-graduação e criação da Política Carolina Maria de Jesus.
30 de junho de 2023
Primeira banca de heteroidentificação de concurso docente da Unifesp.
2024
Aprovação de ações afirmativas para pessoas transexuais, travestis e transgêneros na graduação e pós-graduação.
2024
Primeiro edital de cotas na Residência Médica.
2024
Abertura do processo seletivo especial para ingresso de indígenas no Campus Baixada Santista.
2025
Criação do Portal Carolina Maria de Jesus para ampliar a comunicação sobre a Política de Equidade Étnico-racial.




